Olá…

Ei!

Faz tempo que não lhe escrevo! Não vou mudar mais, sabia?! Eu te contei mas nem sei se você viu ou entendeu! Não disse nada… Mas tudo bem! Nem vou entrar mais nesse mérito de mulherzinha chata!!!! Deixa pra lá!!!

Já estou com saudades de você, sabia? Nos vimos de uma forma meio assim, nem deu pra matar as saudades!!!! Queria sentar e conversar contigo, sabe? Tantas coisas pra te falar, mas agora já nem sei mais se posso ou se devo!!! Mas eu estava tão disposta a ter essa conversa, achei até que talvez você gostasse… mas já nem tenho mais toda essa certeza!!! Você é fascinante mas um tanto esquisito, pra variar… rs…

As coisas por aqui vão bem. Mesmo com a não-mudança, eu estou legal e otimista com a vida! Sei lá o que eu penso, ainda não desisti de mudar e nem dos meus objetivos!!! Mas entendi que a vida tem seu sentido e sabe como e onde chegar! Eu vou ali dirigindo como um carro, só seguindo com fé na estrada!!

E você? Como está? Anda tão sumido… da minha vida! Mas sabe, nem vou me alongar nesse assunto não… ando meio exausta dessas coisas! Você sabe o que faz e sabe como fazer pra me achar! Fica com seus momentos… quando chegar o meu momento dentro dos seus… você me acha! Porque não vou fazer joguinho, nem dizer que é tarde demais! Aqui, você pode chegar a hora que quiser, terá sempre um café e um doce pra te receber.

Inté!

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Mil desculpas

Oi…

Me desculpa ser assim direta! Mas sabe, essa despedida toda tem mexido comigo mesmo. Acabou que mesmo indo atrás do meu sonho, saber que vou ficar longe de tanta gente que eu amo me deixa mesmo meio que assim e assada! E sabe da maior? Você está entre essas pessoas todas. É, e te “deixar” também me dói, mesmo sabendo que estamos tão perto e tão longe. Afinal de contas, o que muda necessariamente pra gente com minha mudança? Nada, né? E eu acreditei que mudaria. Vai entender.

No final das contas o que mais vai doer é a ausência dos amigos, aqueles tão presentes no dia a dia e que a gente as vezes tem a sensação de não valorizar porque “gasta” tempo e pensamento com a saudade de quem está “longe”. E agora todos estarão no mesmo saco, não é mesmo? Todos estarão nas entranhas da mesma saudade. Agora você não fará mais parte de um “seleto” grupo do qual eu como leite condensado pra amenizar o amargo da ausência. Agora serão tantas ausências que não terá latas de leite condensado que me adocem. E eu acho isso bom.

Eu nunca gostei de metades. Me dá logo o inteiro ou então fique com as duas metades pra você. E sou assim mesmo, sabe? Ou vai ou racha. E você não foi, não veio, nem vai. Ficou no lugar. Calou. Mudou o rumo da prosa. E talvez seja bom mesmo essa certeza do não do que uma esperança acesa diariamente na espera de algo que só eu mesma pra acreditar. Algo que talvez só eu dê importância e que só eu talvez entenda o significado. Algo que talvez tenha sido sempre tão distante e que só mesma acreditei que estava tão perto. Melhor assim. Mergulharei direto no não, e ainda tem a sensação idiota de que foi tudo culpa do destino que nos soprou assim pra tão longe.

Assim é bom que dói menos, sabe? Assim finjo que a culpa não foi sua, e tudo foi apenas falta de sorte! Faço de conta que você bem que gostaria, mas que infelizmente não deu certo. Me iludo com a idéia de que tudo que você disse era verdade e que você realmente gostaria de cumprir com todos aqueles nossos planos tão planejados. Faz de conta que você honraria suas palavras em breve! Mas pra variar, imprevistos aconteceram. E a culpa foi do destino. Jamais nossa. Muito menos ainda sua!

Me perdoe se mais uma vez criei esperanças bestas tão recentemente. Se acreditei em alguém. Me perdoe se eu não entendi logo a estrofe da música. Me perdoa se teu abraço, teu sorriso e teu carinho ainda me deixam abobada. Me perdoa por sentir tanta mágoa por uma coisa tão simples e talvez idiota. Não tenho ainda a grandeza pra enxergar as coisas do tal jeito certo. Eu vejo do jeito que meus olhos podem ver, e sinto do jeito que meu coração decide sentir. Me perdoa por fazer tanta questão, viu? Com o tempo isso passa e eu começo a digerir que todas as pessoas do mundo falam coisas vãs.  Eu e minha mania de acreditar que poderia ser de verdade algo que nasceu pra ser ilusório.

Olha, é uma pena viu? Mas o bom disso tudo é que no fim das contas uma hora a vida foi lá e me jogou porta fora. Eu estou indo atrás daquilo que sempre sonhei. E os sonhos as vezes doem. Mas o segredo da vida está mesmo na arte de acreditar no inacreditável e seguir o fluxo dos pensamentos. Talvez lá, no lugar que chamei de “meu paraíso” eu esqueça todas as mágoas e dores que deixei por aqui. Talvez lá, eu esqueça suas promessas e o tamanho que você preencheu aqui dentro de mim. Mas mesmo assim eu ainda sou pretensiosa o suficiente pra acreditar no teu “EU TE AMO” mais uma vez, e pra te pedir duas coisas:

Não se esqueça de mim e, vamos sempre manter contato?!

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Primeiro contato

Oi?

Hoje é a primeira vez que te escrevo. E eu estou ainda meio perdida por onde começar, mas sei que aos poucos as coisas vão fluindo.

Você está bem? Apesar de saber que provavelmente você esteja muito bem, ainda sim eu me pego aqui pensando se por essas bandas daí tudo está certinho. Espero que você esteja comendo direitinho e não se entupindo daquelas porcariadas que você adora. E desejo no fundo do meu coração, que você esteja sorrindo muito aquele sorriso lindo seu. Que me encanta tanto.

Sabe, eu tenho tanta coisas pra te contar e você está tão longe e incomunicável. Eu queria ver suas reações quando soubesse da novidade que eu tenho aqui. Acho que agora nos veremos menos ainda do pouco que já nos víamos antes. E que eu não sei se isso é bom ou ruim, mas eu preciso tentar seguir minha trilha. É uma pena que cada vez mais nossos abraços serão raros e nossos encontros sempre tão corridos.

Agora sua visita na minha casa já está beirando o impossível. Mesmo assim eu devo te confessar que estou imensamente feliz! Eu te quis por perto, mas não deu e agora quem vai pra longe sou eu. Tá na hora de sacudir o pó do sofá e dar uma revirada nos móveis. Agora quem veio te dar tchau sou eu. E confesso que queria que ao menos você esboçasse um fio de tristeza por saber do tempo que perdeu correndo pra longe de mim. Quem sabe a gente ainda se esbarre em uma dessas esquinas ou beba uma cerveja gelada na Lapa? Eu sempre te quis por perto, mas agora eu to aquecendo minhas asas…

Vamos tentar pelo menos manter um razo contato através de palavras escritas. Já que cada vez mais o nosso silêncio falará por nós. Não gosto disso, mas essa e outras queixas eu deixarei pra uma próxima carta. Hoje eu não to concentrando em nada.

Vou sempre anexar um vídeo ou música, que traduzam algo que eu gostaria de dizer ou que apenas façam algum sentido com o que estou sentindo.

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